Os filmes que eu quero ver: 3D Sex and Zen: Extreme Ecstasy

quinta-feira, 18 de novembro de 2010



Levante a mão quem quer ver uma coisa destas! Estão acanhados? Então levante a mão quem NÃO quer admitir que quer ver asiáticos em altas cambalhotas à moda antiga e ainda por cima em 3D? Ah!, agora sim! Amigos, sejamos sinceros: TODOS nós queremos ver este filme nem que seja só por curiosidade. Se me perguntarem, foi para isto que o 3D foi inventado. E para aquela maravilha que é o 3º tomo da saga JACKASS, presentemente em exibição em salas portuguesas. Bring it on, baby!

► Leia mais...

Moomins and the Comet chase

quinta-feira, 26 de agosto de 2010



Ora aqui está uma colaboração que eu nunca pensei ver: Björk a compôr uma canção para os Moomins! Lembram-se deles? Se pertencerem à minha geração, não há como não se lembrarem. Pois é, eles agora têm um filme a estrear e em 3D, no less. Mas felizmente no espírito da série original. Fiquem com o trailer, com o video da canção e com o link para a página oficial. E até já.



► Leia mais...

Alerta Teaser: Jackass 3D

segunda-feira, 9 de agosto de 2010



Esqueçam AVATAR: a tecnologia 3-D prepara-se para dar um salto quântico com este novo filme. E aqui estão 7,50€ que eu não me vou importar nadinha de pagar e que irão colmatar os choradíssimos pagos recentemente para ver o abjecto CLASH OF THE TITANS. Bring it on, bee-yotches!



► Leia mais...

Flesh for Frankenstein em 3D!

quarta-feira, 7 de julho de 2010



"To know death, Otto - you have to fuck life in ze gall bladder!"

Hoje à noite, às 23:30h no Curtas de Vila do Conde. Em 3D. Imperdível. Vêmo-nos por lá!

Já agora, prometo uma pequena resenha do que foi e está a ser a 18ª edição do Curtas lá para a semana. Enquanto isso, fiquem com um clipzito.

► Leia mais...

Alerta Trailer: Harry Potter and the Deathly Hallows

quarta-feira, 30 de junho de 2010




Só para terminarmos o mês em grande, fiquem com o novíssimo trailer para um dos grandes blockbusters da próxima rentrée que irá ser dividido em 2 partes, a primeira a estrear em Novembro deste ano e a segunda, em Julho de 2011.

► Leia mais...

Alerta Teaser: Piranha 3D

quinta-feira, 20 de maio de 2010


Ok, lembram-se do mocito francês responsável por êxitos como HAUTE TENSION ou o remake do clássico de Wes Craven, THE HILLS HAVE EYES? O Alexandre Aja, esse mesmo. Pois é, ele perdeu-se um bocadito pelo caminho com o recente MIRRORS que começa muito bem, mas depois falha na história e acaba com um tom muito generalista (ir para Hollywood: mau). O seu novo filme a estrear no próximo verão chama-se PIRANHA e é um novo remake de um velho clássico do Drive-in, desta feita do Barão da Exploitation, o Sr. Roger Corman. Não estou a conseguir vender o meu "peixe", pois não? Mas antes de bazarem para outro blog, fiquem só com este "pormenor": vai ser em 3D! E não venham cá com coisas, que já estão fartos de gastar dinheiro em óculos que não prestam para nada e que só dão para ver filmes que também não prestam para nada! Amigos, ver piranhas a comer estudantes americanos parvos em 3D vai ser uma loucura! No dia de estreia eu estou lá, podem ter a certeza!

► Leia mais...

Elefante na sala: é o 3D o futuro do cinema?

quarta-feira, 28 de abril de 2010


Quando começaram a aparecer os novos filmes 3D eu julgava, inocentemente, que no cinema ia usar daqueles óculos com uma lente azul e outra vermelha. Estava nostálgica, não dos filmes que nunca vi com esses óculos, mas dos livros de dinossauros ou da Disney que tinham essa gracinha.
Foi com muita supresa que recebi uns óculos à Roy Orbison, mas parabólicos. Vi Monsters vs. Aliens, com os óculos sempre a subir-me para as sobrancelhas de cada vez que sorria.
À segunda vez no 3D vi Avatar. Desta vez os óculos não eram oferecidos - ainda bem, sem desperício - mas pesados como o raio. No final do filme não só estava com dor de cabeça devido ao 3D como estava com um sulco na cana do nariz. Ouch.

No filme Avatar os problemas do 3D eram evidentes demais. É muita coisa desfocada. Em animação não se liga muito, em live action sim... 3D não funciona com imagem real. A suposta tridimensionalidade é conseguida com profundidade de planos. Ou melhor, a personagem da frente é plana, mas tem profundidade para a personagem de trás, que também é plana como uma folha de papel, mas dista da parede atrás dela. 

Esta técina das folhas de papel foi usada pela primeira vez há muitos anos numa animação da Betty Boop, mas ao passo que nessa animação o efeito é realmente inovador e parece tridimensional, nos dias de hoje - tendo em conta os recursos e o nível de qualidade que é exigido pelos espectadores em geral - não é aceitável que o 3D sejam folhas de papel sobrepostas. Até porque não são folhas de papel, mas parecem mesmo ser.


Outra coisa que me faz confusão é o preço dos bilhetes. Correcção - o preço dos bilheites é aceitável, não percebo é o propósito de transformar um filme 2D num 3D (como Clash of the Titans ou Avatar: the Last Airbender). Se for para aumentar a espectacularidade então boa sorte nisso. Se for para fazer mais dinheiro, então funciona.

3D na animação funciona. A sério, e sou completamente a favor das cenas em que parece que alguma coisa é arremessada ao espectador só pela piada disso. Acredito e espero que haja muitos e bons filmes de animação em 3D. Mas mesmo na animação o 3D não é necessáriamente o futuro. Após o filme Toy Story começou tudo a ser em CGI. A Disney, ao lançar em 2004 o filme em animação tradicional Home on the Range (o das vacas), anunciou que esse seria o último, sendo que nessa altura a maioria das suas animações já eram em CGI. Cinco anos depois volta ao desenho em papel com The Princess and the Frog.
Isto sem falar dos filmes do Miyazaki ou outros de animação tradicional que foram estreando, em que mesmo que o desenho não seja por aí além (Persépolis, p.ex.) a recepção é boa, independentemente dos gimmicks que os filmes não tenham.

Por isso o 3D não é o futuro. O 3D actual é uma coisa nova que pode ser muito bem aproveitada, mas não vai ser tudo em 3D. Não vai ser como o som ou a cor. O 3D é um side-show.


Este post deve-se a eu (e todos nós, imagino) estar constantemente a ouvir que o 3D é o futuro do cinema. Não é. Tinha que pôr cá para fora.
► Leia mais...

Clash of the Titans (2010)

quinta-feira, 22 de abril de 2010



Há filmes que facilitam tanto a tarefa das maledicências que quase que se torna desumano descambar neles. CLASH OF THE TITANS (o recente remake em 3-D) é a vítima de hoje. Preparados para o massacre? Então, aqui vamos nós.

1º: o 3-D
Começo já por avisar que não vou estar aqui a armar-me ao pangaio e a criticar vitriolicamente um filme só porque veio de Hollywood e porque é mau (cada vez mais sinónimos hoje em dia). Não, eu não jogo nessa equipa. Para terem uma ideia, os últimos filmes que vi recentemente foram LES DIABOLIQUES de Henri-Georges Clouzot e TARKAN VERSUS THE VIKINGS de Mehmet Aslan, um sublime épico trash da Turquia. Na minha mesa, nenhum prato é interdito. Agora, que alguns são indigestos, ah! isso são.

Quando o ALICE IN WONDERLAND saiu para as salas, houve quem dissesse que pouco se notava os efeitos tridimensionais da coisa. Que o 3-D não passa de um gimmick, de um truque para fazer as pessoas gastarem mais dinheiro. Dah... É claro que é e preparem-se para abrir os cordões à bolsa nos próximos meses, porque de Hollywood agora só vem disso. Vai chegar o dia em que vamos ver uma comédia da Meryl Streep nesse formato. Vai uma aposta? Mas eu divago e deixa-me mas é pôr em escrito aquilo que penso sobre o CLASH OF THE TITANS senão esqueço-me, tão vápido é o seu poder.



Os créditos iniciais e finais são bonitos e justificam os óculos. E ficamos por aqui.


2º: Sam Worthington

Eu percebo porque é que este actor australiano está a causar grande furor. É o novo herói do proletariado. O bronco com charme. O moçoilo de bons princípios com uma história de sucesso. O action-hero para suceder ao trono ausente de um Vin Diesel ou de um Jason Statham. E que está a ter a sorte de trabalhar com grandes nomes. E olhem que ele até se esforça neste filme. A história também ajuda. O argumento é que não. O seu Perseu (ou "Persu" como teimam em traduzir naquelas ignóbeis legendas amarelas em 3-D!) é o herói clássico da mitologia grega, mas aqui pintam-no muito de verde inconstante, um tom que não lhe fica nada bem à cor da pele. Mas lá que o homem fica muito bem de saiote, ai isso fica. E que se sai muito bem a jogar no mesmo campo que certos pesos-pesados como Liam Neeson e Ralph Fiennes, ai isso sai-se. Menos teatro e mais honestidade, parece ser o mote do Sr. Worthington. E essa é uma das maiores falhas do filme: a má representação e a excessiva teatralidade (leia-se, grandes palavras acompanhadas por grande gesticulação) da maior parte dos actores.

Mas isto não é propriamente Shakespeare, diz e muito bem o leitor. E eu concordo. Mas eu tenho os meus limites. O que me leva ao ponto seguinte.



3º: a SDD

Ok, quem vai ver um filme destes, tem que possuir um nível elevado de SDD (suspensão da descrença). Senão vejamos: é passado na Grécia Antiga, os actores falam todos em inglês e com sotaques diferentes, mete deuses mitológicos com forma humana que se vestem, andam e falam todos em inglês com sotaques diferentes, há uma descida ao submundo onde fazem a travessia do Rio Styx a bordo do famigerado barco do Caronte, há cavalos alados e crustáceos gigantes e, last but not least, serôdios guerreiros feiticeiros com pele de carvalho e olhos azuis LED. Juro que não estou a inventar nem um bocadinho. E o Kraken que, para quem viu o trailer, dispensa explicações.

Só que este nível elevado de SDD é levado a extremos quando nos vemos confrontados com aquele eterno dilema que surge quando as lutas são tão rápidas que quase perdemos de vista quem são os bons e os maus da fita, passando o trocadilho. Ou será que é só para nos fazer distrair dos efeitos especiais manhosos? E da má montagem? Tal como o significado da Vida, este dilema nunca será resolvido satisfatoriamente.
► Leia mais...

House of Wax em 3-D

segunda-feira, 1 de março de 2010


Se foram ontem ao Fantas ver o já clássico de culto VAMPIRE GIRL VS. FRANKENSTEIN GIRL (do realizador japonês que nos trouxe o igualmente delirante TOKYO GORE POLICE), foram testemunhas de uma das demonstrações mais evidentes de amor pela 7ª Arte que já houve memória. É que, apesar dos problemas que houve com a sessão (a cópia em Betacam não tinha chegado e a única alternativa era vermos um "screener" um pouco manhoso e com o bónus de ter legendas amarelas!), ninguém, que eu saiba, saiu a meio do filme e foi pedir o dinheiro de volta. Muito pelo contrário. Houve palmas, gargalhadas, enfim, muita alegria numa das sessões mais divertidas de que tenho memória. Ou seja, o Fantas no seu melhor.

Há, no entanto, um grande lapso a meu ver nesta edição dos seus 30 anitos. Numa altura em que o cinema em 3-D está outra vez a voltar em grande (AVATAR e ficamos por aqui), porque não fazer uma mini-retrospectiva dos grandes clássicos que fizeram esse género? Fica aqui a nota de rodapé, juntamente com uma sugestão: o HOUSE OF WAX de 1953 com Vincent Price no principal papel. Talvez para o ano, Dorminsky & Co.?

► Leia mais...

Porno em 3-D: novidade ou antiguidade?

domingo, 7 de fevereiro de 2010


A maluqueira do 3-D está a atingir um dos seus momentos máximos de loucura (mais um, digo eu para quem tem memória destas coisas) e é ver os realizadores a lançarem-se em todo o tipo de projectos que envolvam este tipo de tecnologia. Os dois casos mais flagrantes são Gaspar "Irreversible" Noé que recentemente anunciou que o seu próximo projecto irá ser um filme porno em 3-D (medo, tenham muito medo...) e o italiano Tinto "Caligula" Brass que, à sua exagerada maneira (leia-se "traseiras grandes", a sua especialidade) também irá se envolver num projecto do género, no seu caso mais soft do que hard core.

Pois é, mas se pensam que tudo isto representa um "avanço" para a 7ª Arte, se pensam que estamos a caminhar em terras jamais caminhadas, se pensam que estamos prestes a dobrar o Cabo Bojador do Cinema, enganam-se. Fez no ano passado 40 anos que THE STEWARDESSES, um exercício soft core em 3-D, estreou em salas americanas. Nem mais, 40 anos. Antiguidade, portanto. Fiquem o trailer para a edição DVD. E riam-se, claro.

► Leia mais...

Oscars 2010: e os nomeados são...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010




Algumas surpresas, mas sobretudo muita previsibilidade. Como sempre, aliás...

Best Supporting Actress
Penelope Cruz, Nine
Vera Farmiga, Up in the Air
Maggie Gyllenhaal, Crazy Heart
Anna Kendrick, Up in the Air
Mo'nique, Precious

Best Supporting Actor
Matt Damon, Invictus
Woody Harrelson, The Messenger
Christopher Plummer, The Last Station
Stanley Tucci, The Lovely Bones
Christoph Waltz, Inglourious Basterds

Best Actress
Sandra Bullock, The Blind Side
Helen Mirren, The Last Station
Carey Mulligan, An Education
Gabourey Sidibe, Precious
Meryl Streep, Julie & Julia

Best Actor
Jeff Bridges, Crazy Heart
George Clooney, Up in the Air
Colin Firth, A Single Man
Morgan Freeman, Invictus
Jeremy Renner, The Hurt Locker

Best Director
James Cameron, Avatar
Kathryn Bigelow, The Hurt Locker
Quentin Tarantino, Inglourious Basterds
Lee Daniels, Precious
Jason Reitman, Up in the Air

Original Screenplay
Mark Boal, The Hurt Locker
Quentin Tarantino, Inglourious Basterds
Alessandro Camon & Oren Moverman, The Messenger
Joel & Ethan Coen, A Serious Man
Pete Docter, Bob Peterson, & Thomas McCarthy, Up

Adapted Screenplay
Neil Blomkamp & Terri Tatchell, District 9
Nick Hornby, An Education
Jesse Armstrong, Simon Blackwell, Armando Ianucci, & Tony Roche, In the Loop
Geoffrey Fletcher, Precious
Jason Reitman & Sheldon Turner, Up in the Air

Foreign Language Film
Ajami (Israel)
El secreto de sus ojos (Argentina)
The Milk of Sorrow (Peru)
Un Prophete (France)
The White Ribbon (Germany)

Animated Film
Coraline
Fantastic Mr. Fox
The Princess and the Frog
The Secret of Kells
Up

Best Picture
Avatar
The Blind Side
District 9
An Education
The Hurt Locker
Inglourious Basterds
Precious
A Serious Man
Up
Up in the Air


Será este o ano de AVATAR? Tudo indica que sim, mas já é também tradição haver prémios inesperados para filmes muito menos cotados, por isso resta-nos esperar... Ah, e Meryl Streep soma mais uma nomeação! Será esta a 13ª ou a 14ª? Já lhe perdi a conta!
► Leia mais...

Tim Burton's Alice in Wonderland

terça-feira, 23 de junho de 2009


A antecipação é enorme e, embora a data de estreia esteja marcada somente para Março de 2010, qualquer imagem nova ou notícia de qualquer espécie é recebida de braços abertos pela comunidade de fãs. Incluam-me neles. Estou a falar é claro do novo filme de Tim Burton, (mais) uma adaptação ao cinema do clássico de Lewis Carroll. Só que esta promete. Em 3D, com stop-motion e com dinheiros da Disney a suportar as visões mais delirantes de Burton de que há memória, isto promete mesmo. Dêem só uma olhadela às imagens que foram recentemente lançadas para a internet:








► Leia mais...

Flesh for Frankenstein

quinta-feira, 14 de maio de 2009


Há dias fui ver o MONSTERS vs. ALIENS em 3-D. Sim, o tal filme de animação da Dreamworks. No cinema e a pagar. Com direito a trazer os óculos para casa e tudo. A-do-rei. Estou viciado neste gimmick. Porque é isso mesmo que isto é, uma maneira de levar o pessoal ao cinema e pagar mais por isso. Comigo resultou.

Se bem que já não tem aquela mística dos óculos de papel com uma lente vermelha e outra azul que se compravam nos Quiosques quando a RTP anunciava que iria passar um desses filme na TV. Lembram-se? Os novos óculos são quase uns Ray-Ban foleiros, daqueles que se compram nos ciganos em dia de feira e ainda por cima não assentam bem no nariz. E as lentes são escuras, tal e qual uns óculos de sol, embora estes não protejam dos raios ultra-violetas, um pormenor que vem anunciado em 3 línguas na embalagem! Para mau entendedor...

Isto tudo fez-me lembrar uma sessão que eu fui ver a Serralves, aqui há uns anos largos, do filme FLESH FOR FRANKENSTEIN realizado por Paul Morrissey, um protegido de Andy Warhol. A sessão foi em 3-D, visto que este filme saiu originalmente nesse formato para as salas e os óculos distribuidos (só não deixaram foi trazê-los para casa no fim...) eram os tais azuis e vermelhos que tanto culto fizeram na altura.

O filme fazia parte de um ciclo dedicado ao Cinema em 3-D e deixou-me saudades. É realmente muito divertido estar numa sala cheia de gente com óculos apatetados a olharem todos para o mesmo écrã. É uma espécie de experiência colectiva bastante surreal. Principalmente quando, numa das cenas, alguém é estripado e nós vemos as respectivas entranhas a cairem em cima de nós através de um plano picado entre risos de alguns e sons de enjôo de outros.

E depois entra o Joe Dallesandro. Trust me, qualquer filme em que entre este senhor vale a pena. Que presença, que físico, que charme, que falta de jeito para representar. Mas o que é certo é que a câmara o adora. E isso em cinema sempre foi o mais importante.

Deixo-vos com o trailer alemão original, quando este filme ainda se chamava ANDY WARHOL'S FRANKENSTEIN. Diga-se de passagem que Paul Morrissey não se dava lá muito bem com o seu patrono, daí a mudança de nome. O filme, já esse se encontra intacto na sua capacidade de dar voltas ao estômago. Ora de riso, ora de enjôo.

► Leia mais...

/