Onde está o Wally?: I Don't Wanna Miss A Thing

quarta-feira, 28 de julho de 2010


I Don't Wanna Miss A Thing, essa música dos Aerosmith que faz parte da banda sonora do filme Armageddon. Encaixa tão bem no filme, que tem o pai Bruce Willis sempre a olhar pela sua menina Liv Tyler, a canção interpretada pelo pai da actriz etc. etc. Isso tudo... muito bonito. Sempre que oiço essa música fico bem disposta, mas não é por causa do Armageddon.



Além do filme para o qual a foi criada, esta música aparece noutros, em cenas que, apesar de curtas, são melhores que todo o filme Armageddon.

Como no filme The Sweetest Thing, que apesar de ter (muitas) alturas em que as piadas são esticadas ao ponto de já não terem graça, tem muito bons gags (passando o trocadilho, tendo em conta a cena seguinte).



Por último, a melhor utilização da música é na sequência de patinagem Fire & Ice - creio que porque o início de I Don't Wanna Miss a Thing usa um pedaço de uma música do filme de 1983 Fire and Ice - do filme Blades of Glory. Não encontro vídeo dessa cena, fica aqui uma montagem com algumas partes da cena, alguns spoilers (que não estragam o filme, mas lá foi ao ar o mistério da Iron Lotus), e no geral é melhor que o trailer. Caros seguidores, quem ainda não se tenha presentado com a vistoria deste filme, façam-vos um favor e just do it already!

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A Night at the Roxbury

sábado, 30 de maio de 2009


Corria o ano de 1998 quando foi lançado o filme A Night at the Roxbury. Os dois personagens principais, os irmãos Doug e Steve Butabi, saem dos sketches do Saturday Night Live para uma longa-metragem. Pode não ter sido o primeiro, mas foi um dos primeros dos muitos filmes daquele enorme grupo de buddies conhecido anteriormente como tipos ex-SNL, agora designados como frat pack, que tem o núcleo nos irmãos Wilson, Vince Vaughn, Ben Stiller e... Will Ferrell. Sim, pensando nisso, quando aparece um num filme aparecem logo outros dois ou três. Se há moça que é homem (ou rapaz adolescente) que chegue para ser one of the boys, é a Molly Shannon, que também está no Roxbury.

Convém ter mais de 23 anos hoje para se perceber o que no Roxbury é datado e o que no Roxbury era datado na altura em que foi feito. Em 1998 a musica de Haddaway era considerada chunga, mais, era considerada fora e isso era grave. Tipo Corona (The Rhythm of the Night) e os primeiros anos dos The Prodigy. Mau, muito mau. Em 1998 os telemóveis eram do tamanho de um estojo de lápis, não de um tijolo. Mas continuavam a ter antenas retrácteis.

Os irmãos Butabi vivem num universo próprio, o pai vive num universo também só dele e a mãe saiu do Melrose Place, versão pior. A mãe existe para existir e o pai tem uma loja de plantas falsas em que os filhos trabalham, enquanto não abrem o seu proprio night club, tão ou mais fixe que o Roxbury, onde nunca conseguiram entrar, apesar das muitas tentativas com demontrações de coolness ao porteiro, à partida destinadas ao fracasso aos olhos de qualquer um menos aos deles. É daqui que o filme parte, sem que seja relevante o rumo que leva a história logo que haja gags. A Night at the Roxbury é um filme para partilhar - preferencialmente com irmãos - pois tem frases e dance-moves que se tornam imediatamente private jokes para sempre.

Será que vou ver o trailer que se segue a abanar a cabeça para um lado? Não... siiiim!

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