Flamenco, Flamenco de Carlos Saura

quarta-feira, 24 de novembro de 2010



15 anos depois de FLAMENCO (1995), Carlos Saura volta a abordar o mesmo tema com FLAMENCO, FLAMENCO porque, segundo ele, essa forma musical muito particular da cultura espanhola sofreu marcadas evoluções que exigiam um novo olhar.

Munido do colaborador habitual por trás das câmaras - o mestre italiano da fotografia Vittorio Storaro - FLAMENCO, FLAMENCO assume-se como algo de visão obrigatória para quem tem vindo a acompanhar o trabalho destes dois senhores. Fica o trailer do filme acabadinho de estrear em terras espanholas.

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Kutti Pisasu!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010



Confesso que se não fosse o Twitch, muitas pérolas do Cinema Mundial e em particular do Asiático me passariam ao lado. Mas visto que eu sou fiel leitor desse blog/site fenomenal, poucas coisas me escapam! E aqui está mais uma por eles recomendada: KUTTI PISASU, uma maravilha/aberração/curiosidade/bizarria Tamil! Matem-me, esfolem-me, lapidem-me, mas eu adoro estes OVNIs!



[barbie-o: se quiseres roubar este post, estás à vontade; se não, eu compreendo, trust me]
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Próximos filmes a estrear: Burlesque

quarta-feira, 8 de setembro de 2010



E porque um certo membro do Maus da Fita faz anos hoje, aqui fica um post de presente. Cher. Christina Aguilera. Need I say more? Girl, you know this one's for you! Parabéns, baby!


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Double-Feature: Singin' in the Rain + A Clockwork Orange

terça-feira, 7 de setembro de 2010



Ah... poder um dia ver estes dois filmes numa Sessão Dupla numa qualquer sala de cinema perto de si... Nesse dia, a minha fé no futuro da Humanidade atingiria níveis estratosféricos.



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Rocky Horror Picture Show em Blu-Ray!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010



Pois agora é que a porca torce o rabo: chegou a verdadeira prova de fogo. ROCKY HORROR PICTURE SHOW em Blu-Ray. Bem, lá vou ter que arranjar um mealheiro, quer queira, quer não queira. Fiquem com os pormenores todos.

Fox Home Entertainment have announced the US Blu-ray Disc release of The Rocky Horror Picture Show on 19th October 2010 priced at $34.99 SRP. A film adaptation from Richard O’Brien’s British musical horror comedy/rock opera, produced by Lou Adler and Michael White, The Rocky Horror Picture Show features revered performance by Tim Curry as a bizarre and self-proclaimed “sweet transvestite from Transsexual, Transylvania,” and Susan Sarandon and Barry Bostwick, as Brad and Janet, a couple who find themselves lost on a cold, rainy night. The madcap, musical mayhem begins when the couple takes refuge in the castle of Dr. Frank-N-Furter as he is about to unveil his greatest creation – and have a bit of fun with his reluctant guests.

For a limited time, The Rocky Horror Picture Show: 35th Anniversary will be packaged in a collectible 24-page book featuring legendary photography from Mick Rock, best known for his iconic shots of rock and roll artists. Rock served as the chief photographer on the film.

Features include:

* 1080P Widescreen
* English 7.1 DTS-HD MA
* English, French and Spanish subtitles
* Restored Picture – Brand New 4K/2K Master From The Original Camera Negatives
* The Midnight Experience: The Late Night, Double Feature, Picture-in-Picture Show, Vintage Callback Track (Unrated), Prop Box, Trivia Track
* BD-LIVE: Live Lookup Powered by IMDb
* Rocky-oke: Sing It!
* Don’t Dream It, Be It: The Search for the 35th Anniversary Shadowcast, Part I
* An-tic-i-pation: The Search for the 35th Anniversary Shadowcast, Part II
* Mick Rock (A Photographer)
* Mick Rock’s Picture Show (A Gallery)
* Pressbook and Poster Gallery
* Audio Commentary by Richard O’Brien and Patricia Quinn
* Deleted Musical Scenes and Outtakes
* Alternate Credit Ending and Misprint Ending
* Rocky Horror Double Feature Video Show
* Beacon Theater, New York City
* “Time Warp” Music Video


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Top 5 filmes: Drogas no Cinema

domingo, 13 de junho de 2010


Cada um tem os seus vícios, as suas dependências, as suas drogas. A minha é o Cinema. Quem me conhece, sabe-o bem. E na 7ª Arte não faltam exemplos de filmes que lidam com histórias de dependências, sejam elas reais ou imaginárias. Hoje decidi concentrar-me em 5 que andam à volta daquelas tóxicas, com melhores ou piores resultados. Sejam vocês os júris. E comecemos, como já é da praxe, pelo quinto lugar.

5º: Reefer Madness de Louis J. Gasnier


Esta curiosidade de 1936 é hoje um clássico da geração "ganza" dos anos 60, visto que fez furor em sessões cineclubistas das faculdades norte-americanas da época ao ser resgatado do purgatório do esquecimento. A sua maior piada é que o seu teor moralista é tal, que chega a culpar a marijuana de histeria, loucura, esquizofrenia e tendências homicido-suicidas. Até o chavão da cena de tribunal não foi descurado. É claro que os seus espectadores gozavam com tudo isto, enquanto iam enrolando as suas mortalhas. Um clássico, sim senhor. For all the wrong reasons.


4º: Haré Raama Haré Krishna de Dev Anand


E falando na geração "ganza": que tal um filme Bollywood sobre o tópico, hein? Pois é mesmo isso que este filme é. Com canções à mistura e tudo, como não podia deixar de ser. Contando com a participação nos extras de verdadeiros exemplares de comunidades hippies, Haré Raama Haré Krishna é hoje um clássico do kitsch, mais uma vez pelas razões erradas. Moralista até ao tutano, deixa bem claro ao espectador que com drogas não se brinca e que o Homem Branco é E-VIL!


3º: Altered States de Ken Russell


Com Ken Russell atrás das câmaras, não se poderia esperar outra coisa senão um delírio visual. E este filme tem cenas completamente delirantes e febris. William Hurt farta-se de tomar drogas numa viagem que faz a um país da América do Sul (não me perguntem o nome, porque já faz um tempo que não vejo este filme...), tudo para bem da investigação científica que está a fazer. Claro. Chegado aos States, tranca-se num tanque de isolamento e tenta compreender o Universo. Com a ajuda de mais drogas. Claro. Resultado: transforma-se num símio. I kid you not.


2º: The Trip de Roger Corman


O filme sobre o LSD. Corman chegou mesmo a tomá-lo para melhor entender o que se sentia quando se experienciava o famoso ácido que tanta moda ganhou à custa dos Beatles. Peter Fonda é o protagonista deste underground classic e nele podemos vê-lo a tentar encontrar não Deus numa flor, ou num grão de areia, mas sim numa máquina de lavar roupa. Por exemplo. Cleanliness is next to godliness, já dizia o ditado. A piada deste THE TRIP são as sequências a meio que tentam mostrar visualmente o psicadelismo da coisa.


1º: Christiane F. - Wir Kinder vom Bahnhof Zoo de Uli Edel


Desculpem lá terminar este Top (que até estava a ser engraçado) de maneira tão deprimente, mas para mim não há filme mais realista e ainda tão actual sobre o que é ser toxicodependente como este. É completamente fundamental para a formação de um adolescente ver este filme ou ler o livro que o deu origem. Até devia ser obrigatório passá-lo nas aulas. E se pensavam que o primeiro lugar deveria pertencer ao TRAINSPOTTING ou algo do género, enganam-se. Este filme é o real deal (desculpem lá tanto anglo-saxismo, se é que isso existe, mas hoje apetece-me, ok?). E depois, tem o David Bowie, na sua fase de Berlin. Como é que isto não poderia estar no topo?!

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Filme do dia: 200 Motels

sexta-feira, 7 de maio de 2010



Uma raridade e um objecto de culto que à custa de litígios entre a família do finado Zappa e os distribuidores actuais se encontra no limbo do mercado home video. O que por outras palavras quer dizer: "vejam esta cópia às tranches no YouTube porque tão cedo não vão poder comprá-la". E sem remorsos. E esta versão tem o bónus de ter legendas em PT do Brasil! Tá ligado?

Com Ringo Starr a fazer de Zappa, freiras voadoras, sequências de animação e um argumento que mais parece ter sido escrito por alguém sobre a influência de alucinogénicos (o que não deve estar muito longe da verdade...), 200 MOTELS tem também a honra de ter sido a primeira longa-metragem a ser inteiramente filmada em video (tendo sido posteriormente transferida para película). A ver com muita curiosidade, claro.

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Phantom of the Paradise

sexta-feira, 2 de abril de 2010


Vi este filme pela primeira vez há cerca de dez anos, no extinto TeleCine 2, de manhã. O meu estado de sonolência e a esquisitice do filme fizeram com que aquela mistura espectáculo-musical/glam-rock/pacto-com-o-diabo ficasse bem conservada no meu imaginário.
Passados uns quantos meses tive um sonho com a mesma atmosfera do filme que, acredito piamente nisto, se algum dia me dedicar seriamente à BD com histórias minhas, a história deste sonho é a que tem mais pés para andar. Na altura criei umas 20 personagens e recordo com pormenor os cenários. Isto para dizer que Phantom of the Paradise é daqueles filmes que continuam para lá do filme, um verdadeiro estímulo à criatividade.
As músicas do filme são deliciosas e todas escritas por Paul Williams, que interpreta o vilão Swan (o que fez o pacto com o diabo, ao estilo Dorian Grey). As músicas estão todas no trailer que aqui ponho, depois de visto fica explicado porque não estou a falar nada da história - como quase todos os trailers antigos este revela tudo que há para saber do filme, incluindo o final.




Mantendo o espírito musical, há pelo menos dois vídeos inspirados neste filme. Um é de duas moças canadianas chamadas Tegan and Sara e a música chama-se I Hear Noises. O vídeo parece não existir no ciberespaço, o que me dá algum conforto, dado que não gosto da música e assim só me sobra o outro, do Bob Sinclar (ver abaixo).
Algumas trivialidades interessantes: quando questionado acerca do filme que gostaria que tivesse sido obra sua, o mais-que-espectacular Guillermo Del Toro disse que seria o Phantom of the Paradise; Há um evento chamado Phantompalooza, que parece só ter tido duas edições, a última em 2006; O título Phantom of the Paradise aparece duas vezes no IMDb, uma com com data 1974 e outra com data 2010, com Status de In Development; o realizador Brian De Palma é o maior.

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Top 10 filmes: um Musical fora do normal

quinta-feira, 11 de março de 2010


Este Top é inspirado por duas provocações: a primeira, feita por um certo membro deste blog que me anda a azucrinar a cabeça para expandir os meus Tops para o dobro dos que eu normalmente faço; a segunda, por esse certo membro, assim como mais de metade dos cinéfilos espalhados por todo o mundo, teimar em achar que o género musical é menosprezado de uma maneira perfeitamente válida, ou seja, porque não presta. Só tenho uma coisa a dizer em relação a isto tudo: não me provoquem. Aqui seguem 10 razões para tal.

10º: Can't Stop the Music de Nancy Walker

"Um filme com a história dos Village People como enredo? Mas quem é que se lembrou de tal abominação?!", gritam as mobes. Pois não só este filme existe como é muito divertido também! E o factor kitsch de ter os verdadeiros Village People a representarem-se a si mesmos numa história altamente fantasiosa e muito longe da verdadeira realidade da coisa (eles "nasceram" num casting e não porque eram amigos e decidiram fazer uma banda), só ajuda ao entretenimento geral. Ah, esqueci de avisá-los: este Top tem como ponto de partida a bizarria de certos musicais, o que quer dizer que daqui para a frente, o nível sobe. Considerem-se avisados.


9º: Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band de Michael Schultz

Antes de Julie Taymor espantar a crítica e deliciar os cinéfilos com a sua ode à música dos Beatles - ACROSS THE UNIVERSE - já tinha havido uma tentativa de fazer o mesmo, embora com menos sucesso. Se conseguirem imaginar os Bee Gees a fazerem de Beatles com o Peter Frampton para lá a cantar como se não houvesse amanhã, então estão no caminho certo para compreenderem o quão bizarro este filme poderá ser. Um fracasso na altura da sua estreia, é agora uma pérola do trash.


8º: Little Shop of Horrors de Frank Oz

Este filme costumava ocupar lugar cativo em muitas mattinées da RTP1 quando eu era miúdo. E ainda agora o adoro! Baseado num filme de 1960 de Roger Corman (filmado em 2 dias, segundo reza a lenda), foi revitalizado nos anos 80 pelo mesmo realizador do clássico DARK CRYSTAL (o tal com bonecos de Jim Henson) e transformado num musical de culto que agora enche palcos e plateias de todo o mundo, depois da sua adaptação à Broadway. Conta a história de uma planta carnívora, a Audrey, que de tanto comer e comer, vai crescer e crescer até se tornar uma planta gigante e... omnívora! Ah!, e as músicas são deliciosas, passando a expressão...


7º: The First Nudie Musical de Mark Haggard e Bruce Kimmel

Ok, este dispensa explicações. "Um musical nudista? Mas aonde é que o mundo irá parar?", perguntam-se vocês e muito bem. Reparem que ainda só vamos no sétimo lugar...


6º ex-aequo: Velvet Goldmine de Todd Haynes e Hedwig and the Angry Inch de John Cameron Mitchell


Por alguma razão este dois filmes pertencem juntos. Pelo menos, na minha cabeça. Não os consigo dissociar, mesmo que queira! Talvez tenha a ver com o facto de ambos terem saído mais ou menos na mesma altura e talvez tenha também a ver com o facto de ambos serem basicamente acerca do mesmo tipo de música e de a androginia ter um dos papéis mais importantes nos dois enredos. Para ser muito sincero, ia-me custar e muito ter que decidir qual dos dois é o meu favorito. Ou o mais bizarro. Daí o empate.

5º: Alferd Packer: the Musical a.k.a. Cannibal the Musical de Trey Parker

Eu avisei que o nível de bizarria iria aumentar, não avisei? Então levem lá com este musical canibal nascido da torpe imaginação do criador de SOUTH PARK. Apadrinhado pela Troma logo à saída, é hoje em dia um monumento ao mau gosto e ao entretenimento trash. Aparentemente, inspirado em factos reais. NOT! Olhem só para a tagline: "All Singing! All Dancing! All Flesh Eating!". Não vos dá vontade de vê-lo já, já a seguir?


4º ex-aequo: Phantom of the Paradise de Brian De Palma e The Rocky Horror Picture Show de Jim Sharman


Outros dois filmes que não consigo dissociar e que tornam para mim dificílima a tarefa de ter que escolher qual é o mais bizarro de entre os dois. Haverá quem diga que o primeiro - o PHANTOM - é o melhor dos dois, mas isso é para retirar o universal mediatismo que o segundo - o ROCKY HORROR - ganhou nestes anos todos. No meu coração, os dois estão em pé de igualdade. E pronto.


3º: Forbidden Zone de Richard Elfman

Chegados que estamos ao Top 3, as coisas têm obrigação de aquecer. Este delírio nascido da mente de Richard Elfman (sim, é o irmão do famoso Danny que aqui representa o papel do Diabo, nem mais), é suficiente para fazer qualquer um tremer de medo perante tal espectáculo de proporções gargantuanas de bizarria. Qualquer coisa como algo entre um cartoon dos irmãos Fleischer e um sonho que um anão poderia ter se um dia fosse rei do submundo e casado com uma ninfomaníaca dada a excessos pantagruelescos de comida e de sexo. Bi-za-rro.


2º: Tommy de Ken Russell

Ainda hoje dos delírios mais excessivos jamais cometidos em celulóide, este filme do excêntrico Russell continua a surpreender e fascinar quem o vê. E olhem que é preciso coragem para o ver: pessoas com alta fotossensibilidade, fujam dele! TOMMY é um ataque constante de cores garridas e de sensações visuais extremas. Isto é MTV 10 anos antes dela nascer. Ah!, e não há diálogos. Todo ele é cantado, seguindo à letra a sua matriz original: a famosa ópera rock dos The Who. Mas agora fica uma dúvida - se esta loucura cinematográfica não está em primeiro lugar, então que outro terror estará? E a resposta é...


1º: Lisztomania de Ken Russell

Na altura publicitado como o filme que "out-Tommy's Tommy", esta... "obra" levemente baseada na vida de Franz Liszt ainda hoje é considerada pelo seu protagonista (Roger Daltrey, o vocalista dos The Who, novamente nas mãos de Russell depois do enorme sucesso de TOMMY) como algo entre o embaraçoso e o insano. De facto, este... "filme" consegue ser ainda mais bizarro do que o já suficientemente estranho TOMMY, o que de si só é uma proeza. Russell estava a atravessar a sua fase mais criativa e este é o resultado que acontece quando se dá carta branca a um realizador do seu calibre. Incompreensão quase universal por parte do público que esperava um segundo TOMMY e chacina total por parte dos críticos que estavam à espera que Russell pusesse o pé na poça. Eu, por mim, sou um dos mais acérrimos defensores do filme e por alguma razão ele está no primeiro lugar deste Top. Eu já uma vez disse que, se algum dia tivesse que escrever uma crítica desta... "longa-metragem" teria que estar muito inspirado para fazer juz à sua insanidade sem fronteiras. Senão, vejam: um filme que tenha o Ringo Starr a fazer de Papa, uma astronave fálica com musas a servirem de jactos propulsores, um Wagner vampiro que se serve da música de Liszt para fazer sucesso e que mais tarde irá criar um über-mensch que mais parece o Astérix, morrendo de seguida devido a um exorcismo feito por Liszt usando um piano giratório bota-fogo e ressuscitando como uma figura hitleriana que vai matar tudo que é judeu...? Haja imaginação! E boa-vontade por parte dos espectadores. Eu cá não me canso destas loucuras...!

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Oscars 2010: e os nomeados são...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010




Algumas surpresas, mas sobretudo muita previsibilidade. Como sempre, aliás...

Best Supporting Actress
Penelope Cruz, Nine
Vera Farmiga, Up in the Air
Maggie Gyllenhaal, Crazy Heart
Anna Kendrick, Up in the Air
Mo'nique, Precious

Best Supporting Actor
Matt Damon, Invictus
Woody Harrelson, The Messenger
Christopher Plummer, The Last Station
Stanley Tucci, The Lovely Bones
Christoph Waltz, Inglourious Basterds

Best Actress
Sandra Bullock, The Blind Side
Helen Mirren, The Last Station
Carey Mulligan, An Education
Gabourey Sidibe, Precious
Meryl Streep, Julie & Julia

Best Actor
Jeff Bridges, Crazy Heart
George Clooney, Up in the Air
Colin Firth, A Single Man
Morgan Freeman, Invictus
Jeremy Renner, The Hurt Locker

Best Director
James Cameron, Avatar
Kathryn Bigelow, The Hurt Locker
Quentin Tarantino, Inglourious Basterds
Lee Daniels, Precious
Jason Reitman, Up in the Air

Original Screenplay
Mark Boal, The Hurt Locker
Quentin Tarantino, Inglourious Basterds
Alessandro Camon & Oren Moverman, The Messenger
Joel & Ethan Coen, A Serious Man
Pete Docter, Bob Peterson, & Thomas McCarthy, Up

Adapted Screenplay
Neil Blomkamp & Terri Tatchell, District 9
Nick Hornby, An Education
Jesse Armstrong, Simon Blackwell, Armando Ianucci, & Tony Roche, In the Loop
Geoffrey Fletcher, Precious
Jason Reitman & Sheldon Turner, Up in the Air

Foreign Language Film
Ajami (Israel)
El secreto de sus ojos (Argentina)
The Milk of Sorrow (Peru)
Un Prophete (France)
The White Ribbon (Germany)

Animated Film
Coraline
Fantastic Mr. Fox
The Princess and the Frog
The Secret of Kells
Up

Best Picture
Avatar
The Blind Side
District 9
An Education
The Hurt Locker
Inglourious Basterds
Precious
A Serious Man
Up
Up in the Air


Será este o ano de AVATAR? Tudo indica que sim, mas já é também tradição haver prémios inesperados para filmes muito menos cotados, por isso resta-nos esperar... Ah, e Meryl Streep soma mais uma nomeação! Será esta a 13ª ou a 14ª? Já lhe perdi a conta!
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E os vencedores são...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010



Tchan, tchan, tchan, tchan...

MOVIES:
Best Motion Picture – Drama
Avatar

Best Motion Picture – Musical or Comedy
The Hangover

Best Performance by an Actor in a Motion Picture – Drama
Jeff Bridges, Crazy Heart

Best Performance by an Actress in a Motion Picture – Drama
Sandra Bullock, The Blind Side

Best Performance by an Actress in a Motion Picture – Musical or Comedy
Meryl Streep, Julie & Julia

Best Performance by an Actor in a Motion Picture – Musical or Comedy
Robert Downey Jr, Sherlock Holmes

Best Director – Motion Picture
James Cameron, Avatar

Best Screenplay – Motion Picture
Up in the Air

Best Animated Film
Up

Best Performance by an Actress in a Supporting Role in a Motion Picture
Mo’Nique, Precious

Best Performance by an Actor in a Supporting Role in a Motion Picture
Christoph Waltz, Inglourious Basterds

Best Foreign Language Film
The White Ribbon (Germany)

Best Original Score – Motion Picture
Up

Best Original Song – Motion Picture
“The Weary Kind (Theme from Crazy Heart)” — Crazy Heart

TV:
Best Television Series – Drama
Mad Men

Best Television Series – Musical or Comedy
Glee

Best Performance by an Actress in a Television Series – Drama
Julianna Margulies, The Good Wife

Best Performance by an Actor in a Television Series – Drama
Michael C. Hall, Dexter

Best Performance by an Actor in a Television Series – Musical or Comedy
Alec Baldwin, 30 Rock

Best Performance by an Actress in a Television Series – Musical or Comedy
Toni Collette, United States of Tara

Best Mini-Series or Motion Picture Made for Television
Grey Gardens

Best Performance by an Actor in a Mini-Series or a Motion Picture Made for Television
Kevin Bacon, Taking Chance

Best Performance by an Actress in a Mini-Series or a Motion Picture Made for Television
Drew Barrymore, Grey Gardens
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Golden Globes 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


Não, não são os prémios tugas, onde os "artistas" do nosso país vão para lá receber estes prémios e fazer discursos como se de Óscares se tratassem e como se estivessem a ser vistos por meia Via Láctea. Não, definitivamente. Estes são os verdadeiros, os originais, os prémios atribuídos pela Imprensa Estrangeira em Hollywood. E são já entregues no próximo Domingo, dia 17.

Fiquem com as nomeações:




Melhor Filme Dramático: Avatar, The Hurt Locker, Inglourious Basterds, Precious: Based on The Novel Push by Sapphire, Up in The Air.


Melhor Actriz de Drama: Emily Blunt (The Young Victoria), Sandra Bullock (The Blind Side), Helen Mirren (The Last Station), Carey Mulligan (An Education), Gabourey Sidibe (Precious: Based on The Novel Push by Sapphire).


Melhor Actor de Drama: Jeff Bridges (Crazy Heart), George Clooney (Up in The Air), Colin Firth (A Singleman), Morgan Freeman (Invictus), Tobey Maguire (Brothers).


Melhor Filme de Comédia ou Musical: Days of Summer, The Hangover, It's Complicated, Julie & Julia, Nine.


Melhor Actriz de Comédia ou Musical: Sandra Bullock (The Proposal), Marion Cotillard (Nine), Julia Roberts (Duplicity), Meryl Streep (It's Complicated), Meryl Streep (Julie & Julia).


Melhor Actor de Comédia ou Musical: Matt Damon (The Informant!), Daniel Day-Lewis (Nine), Robert Downey Jr. (Sherlock Holmes), Joseph Gordon-Levitt (Days of Summer), Michael Stuhlbarg (A Serious Man).


Melhor Filme: Cloudy With a Chance of Meatballs, Coraline, Fantastic Mr. Fox, The Princess and the Frog, Up.



Melhor Filme Estrangeiro: Baaria (Itália), Abraços Desfeitos (Espanha), The Maid (Chile), A Prophet (França), The White Ribbon (Alemanha).



Melhor Actriz Secundária: Penélope Cruz (Nine), Vera Farmiga (Up in The Air), Anna Kendrick (Up in The Air), Mo'nique (Precious: Based on The Novel Push by Sapphire), Julianne Moore (A Singleman).


Melhor Actor Secundário: Matt Damon (Invictus), Woody Harrelson (The Messenger), Christopher Plummer (The Last Station), Stanley Tucci (The Lovely Bones), Christoph Waltz (Inglourious Basterds).


Melhor Realizador: Kathryn Bigelow (The Hurt Locker), James Cameron (Avatar), Clint Eastwood (Invictus), Jason Reitman (Up in The Air), Quentin Tarantino (Inglourious Basterds)


Melhor Argumento: Neil Blomkamp/ Terri Tatchell (District 9), Mark Boal (The Hurt Locker), Nancy Meyers (It's Complicated), Jason Reitman/ Sheldon Turner (Up in The Air), Quentin Tarantino (Inglourious Basterds).


Melhor Banda Sonora: Michael Giacchino (Up), Marvin Hamlisch (The Informant!), James Horner (Avatar), Abel Korzeniowski (A Singleman), Karen O/ Carter Burwell ( Where the Wild Things Are).


Melhor Música Original: 'Cinema italiano' (Nine), 'I want to come home' (Everybody's Fine), 'I see you' (Avatar), 'The weary kind (theme from crazy heart)' (Crazy Heart), 'Winter' (Brothers).


Melhor Série Televisiva de Drama: Big Love, Dexter, House, Mad Men, True Blood.


Melhor Actriz Televisiva de Drama: Glenn Close (Damages), January Jones (Mad Men), Julianna Margulies (The Good Wife), Anna Paquin (True Blood), Kyra Sedgwick (The Closer).


Melhor Actor Televisivo de Drama: Simon Baker (The Mentalist), Michael C. Hall (Dexter), Jon Hamm (Mad Men), Hugh Laurie (House), Bill Paxton (Big Love).


Melhor Série Televisiva de Comédia ou Musical: 30 Rock, Entourage, Glee, Modern Family, The Office.


Melhor Actriz Televisiva de Comédia ou Musical: Toni Collette (United States of Tara), Courteney Cox (Cougar Town), Edie Falco (Nurse Jackie), Tina Fey (30 Rock), Lea Michele (Glee).


Melhor Actor Televisivo de Comédia ou Musical: Alec Baldwin (30 Rock), Steve Carrel (The Office), David Duchovny (Californication), Thomas Jane (Hung), Matthew Morrison (Glee).


Melhor mini-série ou filme feito para televisão: Georgia O'keeffe, Grey Gardens, Into the Storm, Little Dorrit, Taking Chance.


Melhor Actriz de mini-série ou filme feito para televisão: Joan Allen (Georgia O'keeffe), Drew Barrymore (Grey Gardens), Jessica Lange (Grey Gardens), Anna Paquin (The Courageous Heart of Irena Sendler), Signourney Weaver (Prayers for bobby).


Melhor actor de mini-série ou filme feito para televisão: Kevin Bacon (Taking Chance), Kenneth Branagh (Wallander: One Step Behind), Chiwetel Ejiofor (Endgame), Brendan Gleeson (Into the Storm), Jeremy Irons (Georgia O'keeffe).



Melhor Actriz Secundária de mini-série ou filme feito para televisão: Jane Adams (Hung), Rose Byrne (Damages), Jane Lynch (Glee), Janet McTeer (Into the Storm), Chloë Sevigny (Big Love).



Melhor Actor Secundário de mini-série ou filme feito para televisão: Michael Emerson (Lost), Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother), William Hurt (Damages), John Lithgow (Dexter), Jeremy Piven (Entourage).
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Parabéns, Elvis!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


Se Elvis Presley fosse ainda vivo, faria hoje exactamente 75 anos. A sua carreira na música foi inigualável, como já disse uns posts mais abaixo, mas o cinema também ficou marcado pelo seu enorme carisma em inúmeros musicais que fez em Hollywood.

O filme que aqui trago hoje é talvez o seu mais bem sucedido sob o ponto de vista do entretenimento aliado à arte. VIVA LAS VEGAS é um delírio pop, com cores garridas e canções não menos chamativas como é a que lhe dá o título. Menção honrosa vai também para a ainda jovem Ann-Margret que não lhe fica nada atrás em termos de sex-appeal e star power.

Parabéns, King!

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Nine

domingo, 29 de novembro de 2009



Bem, concerteza que este NINE não terá o mesmo destino cá em Portugal de JENNIFER'S BODY (ver post abaixo), pelo menos é o que se espera de um filme com tanta estrela à mistura (ver poster acima)!

Devo confessar que estou curioso para ver como é que um filme baseado na obra magna de Fellini - 8 1/2 - se transforma num musical. Bem, também se não resultar, temos muito para regalar os olhinhos durante o seu tempo de duração (ver novamente poster acima).

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Across the Universe

quinta-feira, 17 de setembro de 2009


A Beatlemania voltou a atacar no passado dia 9 de Setembro quando os muito esperados Remasters de todos os seus discos foram lançados em edições de luxo para gáudio de milhões de fãs numa campanha sem precedentes no mundo da música. Eu confesso que fui uma das suas vítimas e feito lemming comprei um dos meus álbuns favoritos dos Beatles, o Magical Mystery Tour.

O que é certo é que o próprio universo deve estar a conjugar-se para chamar de novo a atenção a esses 4 fabulosos de Liverpool, porque qual não é o meu espanto quando eu chego a casa e ligo o televisor e este igualmente fabuloso ACROSS THE UNIVERSE estava a dar num dos canais. É claro que fiquei a vê-lo até ao final, visto ser um filme que já há muito não o via, tendo-o comprado em DVD quando saiu para o mercado americano. Julie Taymor é a realizadora e é alguém que eu já ando a seguir os seus trabalhos desde o princípio. Dona de uma estética visual só sua, originalíssima na sua mise-en-scène, assinou imagens indeléveis nos clássicos contemporâneos TITUS (com Anthony Hopkins) e FRIDA (com uma brilhante Salma Hayek).

O filme é um musical muito sui generis, utilizando canções dos Beatles para contar a sua história. A piada da coisa é que ela conseguiu que todas as canções utilizadas encaixassem perfeitamente no enredo e, cada vez que alguém abre a boca para cantar, faz todo o sentido que tal aconteça porque as palavras não parecem descabidas. E, diga-se de passagem, canções melhores do que estas seriam um pouco difíceis de arranjar. A narrativa decorre nos anos 60, como não poderia deixar de ser, e embora seja a típica história do "boy meets girl", mas com revoluções e a guerra do Vietnam à mistura, é nas invenções visuais e na maneira como todo o enredo se conjuga para formar um todo bastante poderoso que Taymor brilha.

Todas as canções são interpretadas pelos próprios actores e não se saem lá muito mal na coisa, por sinal. Mas um dos maiores trunfos deste filme é mostrar nas entrelinhas a quem sabe um pouquinho da história dos Beatles todas as fases, alegrias, tristezas, desavenças e episódios caricatos que marcaram as suas brilhantes carreiras. E não é que quanto mais vezes vejo o filme mais gosto dele? Tal como nas canções dos "escaravelhos com batida"!

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The Boy Friend

terça-feira, 21 de julho de 2009


Espaços como este são mesmo para isto: para promoção e divulgação. Pois é isso mesmo que eu vou fazer agora com a carreira do realizador britânico Ken Russell.

Enfant terrible, artista maldito, patrono do mau-gosto, já foi apelidade de tudo isto e muito mais. O que é certo é que hoje em dia, já com mais de 80 anos, ainda continua a ser relegado pela crítica e pelo mundo do cinema em geral como alguém com um gosto duvidoso e com uma estética de cinema histérica e foleira. Tudo isto não poderia estar mais longe da verdade. Russell é talvez o derradeiro exemplo da excentricidade britânica no seu melhor, um esteta visual de primeira-água e alguém que compreende o meio visual melhor do que muitos que se julgam também eles realizadores. Nos seus filmes era capaz de criar imagens icónicas com a facilidade de um autêntico virtuoso e de marcar indelevelmente as memórias cinematográficas de quem teve a sorte de visionar os seus filmes mais marcantes.

Hoje vou-vos falar de um que ainda nem sequer está disponível para DVD embora tenha todos os requisitos para ser um best-seller: tem Twiggy no papel principal, é um musical com canções belíssimas e com momentos de diversão pura, o director's cut existe e quem tem os direitos de distribuição é a poderosa Warner. Do que é que eles estão à espera para lançar este filme no formato digital, não me perguntem. Talvez que o seu autor entretanto morra? Esperemos que o eventual lançamento em DVD aconteça ainda antes dessa hora fatal. Especialmente quando é do conhecimento público que Russell não se importa mesmo nada de ajudar na promoção dos seus filmes, como aconteceu recentemente com a gravação de uma comentário audio para o lançamento do DVD de LISZTOMANIA.

Este encantador filme é uma livre adaptação do musical de palco de Sandy Wilson, passado nos loucos anos 20 e com um enredo muito parecido com muitos filmes que eram feitos na altura: rapariga encontra rapaz, apaixonam-se embora nenhum dos dois o saiba exactamente, fazem-se passar por pessoas que não são, até que no final, todos os mistérios e paixões são desvendados. É claro que acaba tudo bem e em cantoria, como convém. Mas o trunfo maior deste filme é mesmo a magia visual que Russell impregna no celulóide. Chamada de especial atenção para os momentos musicais absolutamente delirantes onde Russell presta homenagem a cenas antológicas de outros filmes. Quem gosta de Busby Berkeley vai apanhar uma agradável surpresa.

Fiquem com o trailer e se ficaram com curiosidade consultem as programações porque recentemente tem passado no TCM. Estão avisados.

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Esther Williams

terça-feira, 30 de junho de 2009



Só mais uma coisinha antes de sair de casa e também para acabarmos o mês em grande: a Warner Bros. prepara-se para lançar o segundo volume de DVDs de filmes da Esther Williams em Outubro e eu pessoalmente não podia estar mais contente! Além de adorar musicais (sim, qual é o mal?), adoro particularmente os da Ms. Williams. Metem muita água, sem dúvida e literalmente também já que os números musicais são todos passadinhos dentro dela. E são um delírio! Ai, que saudades de ver estes filmes em criança em frente à TV com a minha mãe ao lado, também ela delirante com tanto espectáculo! Venha daí essa caixa, Warner Bros.!

Burbank, Calif. June 22, 2009 -- The ravishing bathing beauty who pioneered a new genre of moviemaking -- “Aqua Musicals” -- will splash once more in Warner Home Video and Turner Classic Movies’ TCM Spotlight: Esther Williams Volume 2 on October 6. This highly anticipated follow-up to the 2007 TCM Collection includes the DVD debuts of six Technicolor films from classic Hollywood’s swimming superstar – Million Dollar Mermaid, Thrill of a Romance, Easy to Love, This Time for Keeps, Fiesta and Pagan Love Song. Each of these MGM musical favorites have been newly remastered especially for this DVD release.

Also included are a boat-load of special features, including rarely-seen deleted musical outtakes, vintage shorts and classic cartoons. The films will be available only as a complete collection, in a collectible digi-pak gift set for $59.92 SRP.

About the Films

Million Dollar Mermaid (1952):
Glamorous, amphibious Esther Williams portrays real-life Australian swimming champ Annette Kellerman, in a splashy biopic co-starring Victor Mature. Directed by Mervyn LeRoy and Oscar® nominated for Best Color Cinematography, the movie is loaded with stunning spectacle, including a must-see Busby Berkeley choreographed water ballet extravaganza. Is this lovely Esther’s signature film? Well, she called her 1999 autobiography The Million Dollar Mermaid.

Special Features:
· AUDIO ONLY: Lux Radio Theater presentation of Million Dollar Mermaid starring Esther Williams and Walter Pidgeon
· Classic M-G-M Tom & Jerry cartoon “The Little Wise-Quacker” (1952)
· Classic M-G-M short subject “Reducing” (1952)
· Original theatrical trailer

Thrill of a Romance (1945)
Van Johnson and Esther Williams headline this frothy musical, just the ticket for a World War II-weary nation yearning for laughs, romance and glamour. And that’s exactly what they got, plus swinging TechnicolorÒ tunes from Tommy Dorsey and his Orchestra and operatic grandeur from famed Wagnerian tenor Lauritz Melchior in his film debut.

Newlywed swimming teacher Cynthia Delbar (Williams) has everything a girl could want for her honeymoon: a posh mountain lodge, glorious weather and a drop-dead trousseau. The only thing missing is her tycoon groom, who chose closing a deal in DC over cuddling with his brand-new missus. A pretty sorrowful situation – until a good-looking war hero staying at the hotel decides he needs swimming lessons.

Special Features:
· Outtake Musical Numbers:
“Gypsy Mattinata” (Lauritz Melchior)
“I Should Care“ (Tommy Dorsey and his Orchestra)
“Please Don’t Say No” (The King Sisters)
· Classic M-G-M short subject “The Great American Mug” (1945)
· Classic M-G-M Tex Avery cartoon “Wild and Woolfy” (1945)
· Original theatrical trailer

Easy to Love (1953):
With the Cole Porter classic as the title tune, it’s ‘easy to love’ this romantic comedy starring Esther Williams and Van Johnson in their fifth film together. Julie Hallerton (Esther Williams) knows how to win the affection of indifferent Ray Lloyd (Van Johnson): Be his office secretary; be the star of his Florida aquacade and the heart’s desire of a Manhattan crooner to make Ray jealous. The ploy works, as does everything else in this aquamusical. Tony Martin lends his smooth vocal styling; Razzle-dazzler Busby Berkeley guides Esther’s aquatic routines, including a legendary sequence involving Florida’s Cypress Gardens, dozens of water skiers, ramps, pyramid formations, gushing geysers, a helicopter, a trapeze and Esther in the air. Also fun to note is film’s young Carroll Baker’s (Baby Doll) screen debut.

Special Features:
· Classic M-G-M Short “Romantic Riviera”(1953)
· Classic M-G-M Barney Bear cartoon “Cobs and Robbers” (1953)
· Original theatrical trailer

This Time For Keeps (1947):
Whether soaring from the high board or redefining grace in a lavishly choreographed water ballet, Esther Williams is at her radiant, swim-suited best in this lighthearted aquatic musical centered on her romance with an ex-GI (Johnnie Johnston). Settings include Michigan’s picture-perfect Mackinac Island, with notable supporting stars providing specialty numbers. Famed tenor Lauritz Melchior brings his artistry to La Donna È Mobile, Xavier Cugat (with signature tea-cup Chihuahua at hand) adds big-band élan to the proceedings and Jimmy Durante delightfully dismantles his piano.

Special Features:
· Outtake musical number: “Little Big Shot” (Jimmy Durante)
· Classic M-G-M short subject “Now You See It” (1947)
· Classic M-G-M Tom & Jerry cartoon “Dr. Jekyll and Mr. Mouse” (1947)
· Original theatrical trailer

Fiesta (1947):
Glamorous Williams forsakes her trademark swimsuit for a matador’s red cape and black montera in the colorful film Fiesta. Williams portrays Maria, disguising herself as her twin brother Mario (Ricardo Montalban in his first credited U.S. film) and enters the ring in his place after he abandons bullfighting for classical music studies. An Oscar-nominated score* (including a restyling of Aaron Copland’s “El Salon Mexico”) spices up this gender-bender tale. Lovely Cyd Charisse plays Mario’s partner in dance and romance.

Special Features:
· Classic M-G-M short Goodbye, Miss Turlock (1947)
· Classic M-G-M Tex Avery cartoon Hound Hunters (1947)
· Original theatrical trailer

Pagan Love Song (1950):
Esther Williams and Howard Keel share the bliss of this eye-filling musical excursion which includes the rhapsodic title tune and a charming Rita Moreno (in her third movie role as a spunky islander). Pristine Hawaiian locations fill in for the story’s Tahitian setting. Of course, where there’s an island, there’s water, and Esther swimming in it. But in one fanciful sequence she also swims among the clouds, sending viewers’ spirits aloft with her.

Half-Tahitian beauty Mimi Bennett (Williams) is eager to leave the easygoing life of Tahiti for the excitement and bustle of the United States. But when Ohioan Hazard “Hap” Endicott arrives to manage his late uncle’s coconut plantation, the sparks flying between them may turn Mimi’s travel plans into wedding plans.

Special Features:
· Seven deleted musical outtakes including
o Why Is Love So Crazy
o Sea of the Moon
o Tahiti Version One
o Tahiti Version Two
o Music on the Water Version One
o Music on the Water Version Two
o The House of the Singing Bamboo
· Classic M-G-M cartoon “The Chump Champ” (1950)
· Classic M-G-M short subject “Curious Contests” (1950)
· Original theatrical trailer

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